Contos eróticos – Sexo na escola

2 abr

Estudando com o colega da escola

Tenho 18 anos e sou de uma família muito tradicional de uma cidade do interior de Goiás. Sempre estudei em escola particular e em uma dessas escolas, tinha um menino, que vou chamá-lo de Rafael, por quem eu já tinha sido apaixonada. Ele voltou a estudar comigo, e quando o vi, eu estava determinada a conquistá-lo.

Ao decorrer do ano, o Rafael e eu nos tornamos muito amigos, e toda sexta-feira ele ia para a minha casa estudar. Numa dessas sextas, ele disse que estava gostando de uma menina muito linda e que essa menina era eu. Nós ficamos na minha casa mesmo, escondido da minha família, é claro.

No outro dia na escola, como nós sentávamos um do lado do outro, não paramos de nos encarar e trocar sorrisos, e junto com outra amiga, começamos a falar sobre sexo. Falamos sobre quem eram os virgens da nossa sala. Falamos um por um deles e na hora que chegou na vez dele, ele admitiu ser.

Eu fiquei louca quando ele disse isso. Na sexta-feira seguinte, sabendo que nem meus pais e nem meus irmãos estariam em casa, eu coloquei um vestido bem justo e bastante decotado. Sou alta, branca e os cabelos longos, cor de mel e bem lisos. E tenho um corpo de deixar muita mulher mais velha com inveja, bundão, peitão e curvas muito bem definidas.

 

Quando o Rafael chegou, ele me olhou de cima em baixo e disse que eu estava linda. Enquanto estudávamos percebi que ele não parava de olhar para meu decote.
Aí eu tive um plano. Fui na cozinha pegar água pra gente, e quando estava voltando com a jarra “acidentalmente” deixei cair em sua calça, bem no rumo do seu cacete.

Foi então que peguei um pano e ajoelhei na frente dele e comecei a secar. Enquanto eu secava a calça dele, sentia que o seu pau ficava cada vez mais duro. Quando levantei a cabeça, ele me puxou pela cintura e me beijou. Enquanto me beijava, foi passando a mão pela minha bucetinha que já estava molhadinha.

Fomos para meu quarto. Lá eu tirei a camisa dele e chupei cada parte daquela barriga bem definida para um menino de 16 anos. Quando cheguei em sua calça molhada, passei a mão acariciando aquele pau bem gostoso. Ele então tirou o meu vestido, e deixou meus seios expostos e minha calcinha fio dental vermelha.

Me sentei no colo dele e enquanto ele chupava e mordia os meus mamilos, fui rebolando naquele cacete, que estava quase explodindo de tanto tesão. Então tirei o pau dele para fora e vi como estava enorme, grande e grosso.

Como eu nunca tinha pagado um boquete, tentei, começando, lentamente, mas depois fui acelerando com a minha boquinha naquele pau, sentindo ele latejar. O Rafael então assumiu o controle, me jogou na cama e abriu minhas pernas.

 

– Vou te deixar tão dolorida e cheia de prazer que você nunca mais vai esquecer hoje. – disse o Rafael para mim.
Foi quando ele meteu aquele pau na minha bucetinha e quase me matou de dor. Mas ele metia com tanta força e tão rápido, chupando os meus peitos e me beijando, que a dor foi substituída pelo prazer.

 

Quando eu percebi, em meio aos gritos e gemidos, nós gozamos muito gostoso. Pra me deixar mais louca ainda, depois disso ele disse que eu merecia uma gozada, e então começou a chupar o meu grelinho enquanto dava algumas dedadas na minha bucetinha. Percebi que o Rafael estava com o pau duro de novo.

Ele me colocou de quatro, começou a comer minha bucetinha, depois ele cuspiu no meu cu e disse que ia meter lá. Mesmo eu dizendo que não ele investiu contra mim e enfiou todo o seu caralho no meu rabo.

Quando gozei de novo, ele ainda não tinha chegado lá. Então o chupei de novo, coloquei o pau dele todo na minha boca e senti o leitinho descer na minha garganta. Ficamos ali, felizes e agora não mais virgens. Foi demais a nossa foda e até hoje, minhas sextas-feiras, são reservadas para o Rafael me comer.

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