contos eroticos mae e filha

INCESTO COM MÃE E FILHA – I

Há 18 anos, mais precisamente em 1.997, minha esposa e eu passamos por uma séria confusão, onde chegamos a nos separar por quase 2 anos.
Nessa época, trabalhava numa empresa, onde a maioria dos funcionários, em torno de 80%, era composto por mulheres, que trabalhavam na administração e no telemarketing.
Devido a minha carência afetiva (e sexual), uma das meninas do telemarketing, de nome Rebeca (nome fictício), com 18 anos de idade, morena clara, cabelos pretos e lisos, olhos claros, 1.60m., 60 kg., pernas grossas e bem torneadas, seios volumosos, mãe (separada) de uma filhinha de 2 anos, a quem eu nunca havia dado atenção, devido a fidelidade para com minha esposa, mesmo estando separado, e sempre que parava para tomar café, vinha ao meu escritório para conversar.
Essa garota morava com sua mãe, a duas quadras da empresa onde trabalhávamos.
Sua mãe, era uma jovem senhora de 38 anos, também morena clara, olhos castanhos escuros, bonita, pois era supervisora de produção na mesma empresa, corpo tipo violão, 1.70m., 62 kg., seios pequenos e firmes, além de bicudos, pernas super grossas e… divorciada; seu nome? Laura, (também fictício).
Apesar das investidas dessa garota em cima de mim, quem realmente me chamou a atenção, foi sua mãe, que passei a olhar com outros olhos.
Algum tempo depois, passei a frequentar sua casa; E dois meses depois, fui morar com ela(s).
Nossa convivência era maravilhosa; era recebido, quando chegava do trabalho, de uma forma que jamais pensei acontecer, uma vez que elas saíam mais cedo que eu.
Laura ficava me esperando no portão; assim que eu descia do carro, íamos abraçados para dentro de casa e, no quarto, me ajudava a tirar a roupa, e íamos para o banheiro, onde, todos os dias, tomávamos banho juntos, para depois irmos jantar e assistir tv.
Ao deitarmos, fazíamos amor gostoso, de todas as formas e todos os dias; ela nunca deixava que nosso relacionamento entrasse na rotina; era ótimo.
Passados alguns meses, minha convivência com ela e sua filha, era das melhores possíveis, pois a tratava como se minha filha fosse.
Sua filha saía do banho, só enrolada na toalha e andava pela casa desse jeito, sem se incomodar com minha presença.
Certo domingo, resolvi ficar um pouco mais na cama; Laura levantou cedo e foi à feira junto com sua (ou nossa?) filha, Rebeca; assim que retornaram, eu ainda continuava na cama, pois ainda não passava das 8 horas da manhã, e Laura foi tomar banho; afinal, estava muito calor e havia suado um pouco.
Num determinado momento, Rebeca perguntou para sua mãe, onde encontraria uma roupa qualquer, e sua mãe respondeu que estava numa gaveta do armário, em nosso quarto.
Como durmo completamente nu, sempre coberto apenas por um lençol, fiz que ainda estava dormindo, para que Rebeca não fizesse muito barulho, porque aguardava Laura sair do banho, para fazermos amor.
Ao entrar, Rebeca percebeu que eu estava nu e também excitado, pois havia um enorme volume debaixo do lençol e entre minhas pernas.
Pegou o que queria e chegou lentamente ao lado da cama, levantando devagar o lençol, para matar a curiosidade e viu meus 18 x 5,5 cm em posição de ataque; chegou com o rosto perto, deu um beijinho no “danado” e depois saiu, pensando que eu estivesse dormindo.
À tarde, estávamos assistindo tv na sala; eu sentado num sofá e Laura deitada com a cabeça em meu colo, mordiscando por cima do short, meu pênis, que estava muito duro; Rebeca, que costumava deixar sua filha com a outra avó, estava no banho e, sem que percebêssemos, como todas as vezes, saiu só de toalha e, antes que nos déssemos conta, pegou Laura masturbando e chupando meu pênis. Eu fiquei totalmente sem ação e com uma vergonha incrível.
Laura, sem se incomodar, perguntou a Rebeca, sua filha, se nunca havia feito isso com seu “ex-marido”, e a resposta foi negativa; E sem qualquer pudor, perguntou para Rebeca se não queria experimentar, porque meu pênis era grande e muito gostoso.
Rebeca, meio receosa, foi chegando perto, e Laura então, começou a mostrar para sua filha, como deveria fazer e em seguida ofereceu meu pênis para ela experimentar. A essa altura, sem acreditar no que acontecia, não aguentando mais de tanto tesão, deixei a coisa rolar; Mas eu parecia uma estátua, pois não conseguia me mexer, devido a surpresa.
Rebeca ajoelhou-se à minha frente e Laura, segurando meu pênis, colocou-o em sua boca, que começou a chupá-lo gostosamente; Laura levantou-se e tirou a roupa, ficando completamente nua, para, em seguida, tirar a toalha que cobria o corpo de Rebeca.
Foi aí que percebi que Rebeca tinha um corpo fantástico e uma xoxotinha gordinha e toda depilada, como a da mãe.
Laura ajoelhou-se ao lado de Rebeca e dividiram meu pênis. Laura fez, então, Rebeca se levantar e mandou-a sentar-se em meu colo, segurando meu pênis, guiando-o para a entrada de sua xoxota.
Assim que Rebeca sentou-se, agasalhando o pênis todo, Laura começou a chupar-nos; e acabamos transando os três, até o cair da noite. Fomos dormir os três juntos, porém, deitando-se uma de cada lado meu.
De madrugada, fui acordado por Rebeca me chupando e esfregando seus enormes seios em meu pênis.
Coloquei Rebeca de quatro e meti em sua xoxota; Com o movimento, Laura acordou e juntou-se a nós, em mais uma gostosa transa a três.
Uma semana depois, sempre que estávamos os 3 em casa, andávamos bem à vontade, quase nus; Tomávamos banho juntos e outras coisas mais; Quando eu chegava em casa à noite, e não havia ninguém para me receber, podia ter certeza, estavam, mãe e filha, tomando banho e se esfregando, em baixo do chuveiro.
Aproveitava para tirar rapidamente minha roupa e juntar-me a elas.
Quando Laura começou trabalhar em revezamento de turno, e eu ficava em casa com Rebeca, ela ligava da empresa para casa, a fim de saber o que estávamos fazendo; Se estivéssemos transando, pedia para colocar o telefone perto da xoxota de Rebeca, só para ouvir o barulho melado do meu pênis entrando e saindo; Depois dizia, que assim que chegasse em casa, queria ter o mesmo tratamento.
E com certeza tinha.
Esse relacionamento durou 2 anos; e nesses anos todos, rolou muita coisa entre nós, inclusive com a participação de uma outra filha e seu marido, que numa outra oportunidade, contarei para vocês..

Conto erotico sexo no carnaval

 

Conto erotico fantasia sexual realizada no carnaval 2018 onde a gostosa finalmente transou com negro dotado que a fodeu bem gostoso. Seu marido corno manso foi quem armou toda a foda com a vadia peladinha o traindo com novo amante. Sempre curti um bom conto erotico grátis e estou sempre acompanhando todos aqui no site.

Enfim tinha uma fantasia de ver minha mulher fazendo sexo com um negão. Sentia essa sensação gostosa, me excitava, e cada vez sentia que isso iria um dia acontecer. No decorrer do tempo à coisa foi esquentando, até que esse dia chegou.

Minha esposa é uma morena gostosa, belos seios, bunda linda, além de possuir uma buceta avantajada, que carrega grandes lábios, irretocáveis pelas dimensões dos mesmos, dispensa comentários!

 

Nossa relação não é das melhores, por causa do dinheiro que está curto, mas continuamos embalar nossos sonhos. Procuramos não deixar a monotonia abalar nosso relacionamento.

Fomos a uma festa de carnaval 2018. Quem conhece esta cidade sabe que o carnaval aqui é muito bom. Antes de sairmos provamos de um saboroso drinque, num barzinho aqui próximo de casa. Tinha a intensão de realizar meus desejos. Estava tudo na minha cabeça, para que minha fantasia desse certo. Minha esposa não era de acordo em ter relações sexuais com outro cara. Tinha medo que isso acabasse com nosso casamento.

Além de mim ela havia transado apenas com um ex-namorado dela, no entanto, não gosta de falar dessa relação. Sinto que ela tem a necessidade de experimentar uma nova foda, pois quando o assunto vem à tona, acabamos fazendo sexo, e ela fica superexcitada, calcinha molhadinha, não há como esconder.

Amo vê-la com tesão.

No carnaval, eu estava fantasiado com uma máscara que encobria o rosto todo, ela de colombiana.

O negão que fodeu minha mulher nua

Passava da meia noite, caímos na folia, depois de umas horas observando o ambiente, observei uma cara de boa aparência que estava a foliar sozinho com uma lata de cerveja, parecia estar se divertindo, porém, sem máscara, aparentando 30 anos, moreno, mostrava uma enorme rola por baixo de sua bermuda de lycra, Ficamos de olho nos brincantes. Já estava com tesão só de imaginar.

-Perguntei-lhe “se estava só”

-Respondeu-me que sim, então o convidei para a nós fazer companhia. Luciana não percebeu nada.

Bebemos…e logo foi ao banheiro. Disfarcei e sai no mesmo rumo. Aproximei dele e disse que minha esposa queria experimentar uma foda naquela noite. Se topava realizar nossa fantasia. Disse-lhe ainda que gratificaria por isso.

Ele topou na hora, então lhe dei minha máscara para se encaixar no plano, e assim foi feito. O mesmo foi logo ao encontro dela. Puxou-a pelos braços e levou-a para o lado de um caminhão próximo do local. Seguindo minhas orientações começou a arrochá-la, acariciando seus mamilos, abriu o zíper da bermuda e deixou exposto sua linda pica, dura e grossa, que cresceu rapidamente.

 

 

Ela deu logo uma chupada na glande toda melada.

O cara não perdeu tempo, baixou sua calcinha e cravou aquela pica dura. Luciana fazia movimentos de vai e vem, estava descontrolada, parecia até que sabia que estava fodendo com outro.

Os amasso e beijos eram intensos.

Suas mãos trabalhavam na parte íntima da boceta dela que respondia com prazer, aceitava e respondia com movimentos circulares da boceta.

Minha esposa estava realizada

Eu estava atrás de uma das rodas do caminhão, próximo a eles, batendo uma punheta. Escutava seus gemidos e sussurros. Sentia o cheiro de sexo.

Ela gemia no ouvido dele e dizia: “rola gostosa, tesão!! me fode, me come! quero pica, quero foder meu amor, eu quero mais! mete! mete!”.

Foi uma sequência de estocadas fortes até o orgasmo.

Ao terminar a foda o cara tirou a máscara e ela ficou surpresa, mais não reagiu. Só perguntou como ele havia conseguido a máscara. Ele respondeu o que ela queria ouvir. Seu marido!

Daí o mesmo falou: “Vou te falar você é uma mulher gostosa demais, possui a boceta bem carnuda, e cheirosa. Gozei muito”. Quero trepar com você outras vezes. Vamos combinar outra foda. A seguir foi embora…

Foi quando cheguei e ela me contou tudo, sem saber que tinha visto. Então só ficou me olhando já imaginando outro encontro mais picante.

Me chamou de sem vergonha, mas disse que a próxima vez seria em um motel, rolando um swing.

Voltamos para casa e lá chegando chupei aquela buceta cheia de porra e Luciana correspondeu com satisfação e prazer, fodemos como nunca até o amanhecer.

Nunca tinha sentido tanta excitação como naquela noite. Quem será o próximo sortudo a fuder essa esposinha safada e se deliciar com aquela gostosa buceta?